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Livro - Direito Público e Tecnologia | ||
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Mudanças essas que também se aplicam à maneira como o Estado se relaciona com as novas tecnologias. Não somente no que diz respeito à regulação pelo Estado dos novos aparatos e sistemas tecnológicos, e das novas relações sociais por eles mediadas, mas também na aplicação das tecnologias pelo e para o Estado. Não cabe apenas ao direito privado preocupar-se com e ocupar-se da inovação. Também o direito público, na medida em que é afetado pelas transformações tecnológicas (e também as afeta diretamente) deve tomar para si essa discussão. Como fica claro com a própria iniciativa de um livro como o presente, o uso crescente da tecnologia pelo Poder Público levanta uma série de questões conceituais e práticas que se interligam entre si. Dentre elas, podemos apontar: Quais inovações tecnológicas podem ser incorporadas à administração pública? Qual é a aplicabilidade de tecnologias ditas disruptivas, como a blockchain e inteligência artificial, no âmbito público? Como, e em que medida, o direito público pode se valer dessas novas tecnologias? O direito público, como existe atualmente, é adequado para proteger os direitos individuais na tomada de decisões governamentais automatizadas? Se não, que reformas são necessárias e como devem ser instituídas? Existe uma forma de aplicar as inovações de modo a proteger as deficiências sistêmicas e os direitos de grupos vulneráveis, além dos direitos individuais? Dado o fato de que a transformação tecnológica é um fenômeno global, mas que as estruturas do direito administrativo são diferentes em cada jurisdição, o quanto é possível aprender com os desenvolvimentos em outras jurisdições que compartilham valores legais similares? Em última instância, qual é o futuro do constitucionalismo, do Estado e do direito diante da revolução tecnológica? Dos autores: Daniela Copetti Cravo, Eduardo Jobim, José Luiz de Moura Faleiros Júnior. | ||
Livro - Discurso de ódio, Jurisdição Constitucional e Pragmatismo | ||
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“Somos livres para afirmar que não são reais os números de prisioneiros mortos em campos de concentração nazistas? Podemos negar o Holocausto? O Direito nos autoriza a reeditar uma obra literária que faz referências a uma personagem, que é negra, como "macaca de carvão", "pobre negra", "pobre preta", "negra velha"? É lícita a impressão de panfletos que criticam a invasão de negros aos bairros de pessoas brancas? É crime o ato de proferir palavras de cunho homotransfóbico? Esta obra estuda o discurso de ódio, por meio da análise do modo como o jurista e a Jurisdição Constitucional tratam do tema. Apresenta uma profunda e minuciosa pesquisa nos precedentes firmados nos Estado Unidos e na Alemanha, de modo a indicar o caráter histórico, político e cultural que envolve a tomada de posição em relação ao discurso de ódio. Desmonta-se, assim, a ideia de que exista um sistema americano, em contraposição ao sistema alemão, de liberdade de expressão, bem como um suposto conflito entre liberdade de expressão e igualdade. Aponta a insuficiência da adoção de teorias constitucionais simplificadoras, que estabelecem um distanciamento da linguagem do Direito em relação à complexidade do problema do discurso do ódio. Da mesma forma, o texto expõe o posicionamento doutrinário nacional, bem como a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal que tratam do discurso do ódio, que refletem a importação acrítica das teorias constitucionais produzidas naqueles países. A utilização da doutrina do livre mercado de ideias, da ponderação de princípios e do Direito como Integridade, de Ronald Dworkin, impede a problematização da controvérsia, afastando do debate elementos cruciais para a sua solução. Essas concepções geram as mais variadas incongruências jurídicas, posicionamentos díspares baseados na mesma teoria constitucional, metodologias abstratas para solução de problemas concretos, distanciamento e contradições. Dada essa realidade, observa-se que a análise do problema do discurso do ódio exige um novo comportamento do jurista, a partir da adoção de um novo vocabulário. Com o auxílio do enfoque proposto pelo pragmatismo, escorado principalmente nas ideias de Richard Rorty, Stanley Fish e Richard Posner, bem como nas concepções da Critical Race Theory, defende-se que a abordagem de controvérsias relacionadas a direitos humanos atente para as narrativas de dor e sofrimento dos interessados, bem como para as consequências das decisões a serem tomadas, deixando-se de lado o vocabulário da teoria dos direitos fundamentais. O livro apresenta, ainda, um apêndice especial, no qual se analisa a recente posição do Supremo Tribunal Federal acerca da criminalização do discurso homotransfóbico. Os fundamentos utilizados pela Corte no julgamento da ADO n.º 26 são profundamente estudados, a partir das premissas teóricas defendidas no curso da obra.” Autor: Lourenço Paiva Gabina | ||
Livro - Estela | ||
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Da tragédia, apenas uma passageira sobreviverá, pois ainda há tarefas a cumprir e mesmo que muito se questione, não há como transferir a outros essa obrigação, já que foi para isso que “nasceu” e tem vivido desde então. Um homem, desperto por um chamado que, de muito longe, lhe anuncia o passamento de M., anúncio que põe em funcionamento as engrenagens da memória que, como um “coveiro às avessas”, começa a desenterrar do infindo campo do passado, um terreno que habitamos com nossas roupas feitas do presente, lembranças das coisas vividas, saudades sentidas, lamentos que vêm pedir guarida, e que o levam a se perguntar, antes que o próximo chamado anuncie ser ele o extinto da vez, o que fez da vida. Cosida com a agulha de Tânatos, tramada a partir do fluxo de consciência dessas personagens, com lirismo, certa dose de ironia e um tanto de reminiscências literárias, estela — com letra minúscula mesmo, convida a uma reflexão sobre o que faz de cada vida algo único, inigualável, aquilo que, de tudo o que se vive, merece ser posto no papel para que os olhos de nossos pósteros possam ver, o que vale ficar indelevelmente inscrito na pedra. Um livro escrito por Pitágoras Dytz. | ||
Livro - Existe Direito à Esperança? Saúde no contexto do câncer e fim de vida | ||
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Dentre as demandas de saúde ajuizadas perante o Judiciário brasileiro, destacam-se os pedidos de medicamentos para o tratamento paliativo de cânceres avançados. Embora sejam doenças incuráveis, com prognóstico geralmente reservado, pacientes, advogados, juízes e outros acreditam no poder de cura ou significativa melhora a partir desses tratamentos. As expectativas equivocadas sobre essas tecnologias em saúde não são privilégio dos brasileiros. Na presente obra, discute-se o conceito de direito à saúde e propõe-se a ideia de um direito à esperança a ele contraposto. Autora: Cynthia Pereira de Araújo | ||
Livro - Fazenda Pública: atuação em juízo, consensualidade e prerrogativas | ||
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A presente obra pretende discutir diversos aspectos envolvendo os três pilares de sustentação dos conflitos envolvendo o Poder Público: sua atuação em juízo, consensualidade e prerrogativas. A evolução constante do Direito neste Séc. XXI, estimulando institutos como mediação, conciliação, arbitragem, sistema multiportas e o conceito de interesse público fundamentam a necessidade de reflexão de vários temas envolvendo o Poder Público. A constante transformação social, em última análise, provoca ao intérprete uma revisitação dos conceitos e temas ligados à Fazenda Pública em Juízo e em sua atuação Extrajudicial. Os quatro Coordenadores da obra são Advogados Públicos e professores com larga experiência. O livro é dividido em 21 textos, escritos por advogados, procuradores e professores de todo o Brasil. A presente Obra Coletiva está sendo entregue à Comunidade Jurídica no exato momento em que o diálogo acerca destas novas vertentes de atuação da Fazenda Pública vem ganhando novos e importantes capítulos, inclusive em nível de intepretação jurisprudencial, pelo que temos a certeza que as profundas investigações aqui presentes encontrarão espaço na bibliografia nacional sobre o tema. | ||
Livro - Fiscalização de obrigações trabalhistas e gestão contratual | ||
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Na Administração Pública, existem normas especificamente destinadas a orientar a fiscalização dessas obrigações, as quais podem auxiliar qualquer um que tenha essa atribuição, seja no setor público, seja no privado. Garantir o respeito dos direitos dos trabalhadores representa uma conduta de acordo com a ética e com os ditames da responsabilidade ecossocioeconômica. Essa preocupação se enquadra no aspecto social das contratações sustentáveis. Neste livro, o leitor encontrará a solução para as questões práticas mais comuns, incluindo as que envolvam cálculos trabalhistas e será alertado sobre como evitar os maiores riscos ligados ao correto cumprimento da legislação do trabalho, tudo de acordo com o que há de mais atualizado na lei e na jurisprudência. Espera-se que o livro sirva de guia na nobre missão de garantir esses direitos tão importantes e de promover o cumprimento dos deveres correlatos. Autor: Leandro Sarai | ||
Livro - Gestão Pública Brasileira - Inovação Sustentável em Rede | ||
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O livro apresenta 22 capítulos com boas práticas de gestão sustentável empreendidas por órgãos públicos, com experiências exitosas e dados quantitativos, comprovando a importância de serem empreendidas licitações sustentáveis, construções públicas com critérios de sustentabilidade, gestão adequada de resíduos, ações em órgãos públicos fomentadoras da mobilidade sustentável, além de iniciativas de eficiência energética e racionalização de gastos no setor público. A publicação reforça a importância da atuação colaborativa e em rede para a implementação da legislação brasileira atinente à gestão pública sustentável. Além dos capítulos escritos por Teresa Villac e por Fabiane Bessa, o livro contou também com capítulo do Advogado da União Valter Otaviano da Costa Ferreira Junior, que destacou a relevância da mudança comportamental. Coordenadoras: Teresa Villac, Fabiane Lopes Bueno Netto Bessa e Gisele Duarte Doetzer | ||
Livro - Governança e Complience no Setor Público - obra coletiva - | ||
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Esta obra coletiva reúne estudos e reflexões acerca do tema Governança e Compliance na seara pública, contando com a participação de renomados juristas brasileiros e estrangeiros, cuja leitura nos oferece uma visão sistêmica sobre todo o cenário legislativo aplicável à espécie, ao lado de interessantes propostas para a inserção e o desenvolvimento de novos mecanismos de gestão, de controle, de produtividade, de transparência e combate à corrupção, tendo por objetivo o atendimento dos interesses da coletividade e o fortalecimento da relação de confiança entre a Administração Pública e a sociedade. Organizadores: Cristiane Rodrigues Iwakura , Vládia Pompeu Silva, Rodrigo Fontenelle | ||
Livro - Governança e Sustentabilidade - um elo necessário no Brasil | ||
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Os autores do livro, especialistas na temática, propõem-se a apresentar e a analisar como essas duas concepções (governança e sustentabilidade) interrelacionam-se, aproximando-as e, assim, corrigindo equívocos, tanto na literatura quanto na prática pública, que insistem em negar-lhes um caminhar sinérgico. À contextualização e ao aprofundamento teórico da governança e da sustentabilidade, às suas ferramentas e possibilidades de atuação, agregam-se reflexões críticas sobre GRI, ESG e programas brasileiros A3P e PLS. São investigados também barreiras nas organizações, fatores comportamentais e desafios para o estabelecimento de parâmetros organizacionais daquilo que se possa, com fundamentos éticos e constitucionais, considerar, ou não, como legítimo exercício de uma boa governança ecossocial para o Século XXI. Dos autores: Renato Cader, Teresa Villac. | ||